CIÊNCIA: Risco de um desastre na Terra por impacto de meteorito é grande
O perigo que vem do céu
Mesmo com toda a tecnologia espacial inexiste um programa de proteção do planeta
"O terceiro anjo tocou a trombeta. Caiu então do céu um astro enorme, ardendo como um facho. Precipitou-se sobre a terça parte dos rios e nas fontes de água. O nome do astro é Absinto. E se converteu em absinto a terça parte das águas. Muitos homens morreram das águas que se tornaram amargas. O quarto anjo tocou a trombeta. Foi ferida então a terça parte do sol, da lua e das estrelas, de sorte que escureceram em um terço. O dia e a noite perderam uma terça parte de seu brilho.O quinto anjo tocou a trombeta. Vi uma estrela que caíra do céu sobre a terra. Foi-lhe dada a chave do poço do abismo. Abriu o poço e do poço subiu uma fumaça como a fumaça de um grande forno. O sol e o ar escureceram por causa da fumaça do poço."Livro do Apocalipse – São JoãoCuritiba – Hoje, o maior perigo de uma destruição em massa no planeta está longe dos conflitos internacionais, dos temores dos arsenais bélicos nucleares. Durante a história da humanidade esse risco sempre esteve no céu. Cerca de 6 mil corpos celestes acima de um quilômetro de diâmetro orbitam pelo espaço com chances de colidir com a Terra. Quanto mais os cientistas buscam por esses asteróides, mais evidente fica o realismo das visões atormentadoras de João, o evangelista do Apocalipse. O mundo esteve a poucas horas de viver, no começo deste ano, um novo anúncio do Apocalipse. Só que desta vez não pelos escritos sagrados, mas dos cientistas que estavam na Conferência de Proteção Planetária. No dia 13 de janeiro, pesquisadores acharam que um objeto de 30 metros, denominado 2004 AS1, tinha uma chance em quatro de atingir o planeta dentro de 36 horas. Um alarme mundial esteve na iminência de ser divulgado.A informação partiu de quatro dos mais conceituados observatórios astronômicos, entre eles o Instituto do Novo México e o Centro Planetário Minor, de Massachusetts. O dado teve aval do Laboratório de Jato Propulsão, um dos principais órgãos da Nasa. Rapidamente, diversos telescópios apontaram para o local desta detecção. A conclusão foi que o 2004 AS1 era muito maior. Tinha 500 metros de largura e passou a uma distância de 12 milhões de quilômetros da Terra, desta vez sem representar perigo.Em 2003, outra grave descoberta abala o mundo. Um asteróide gigante, com aproximadamente dois quilômetros, ruma para a Terra e atingiria o planeta em 2014. Ele apareceu nos céus do hemisfério sul, o menos estudado, e foi detectado pelos australianos. Denominado 2003 QQ47, a pedra de 4,5 bilhões de anos teve calculado sua data de colisão: 21 de março de 2014. A força do impacto teria o efeito de 20 milhões de bombas atômicas de Hiroshima. O alerta foi feito pelo Centro Britânico de Informação sobre Objetos Próximos à Terra.Momentos de angústia e crise no meio astronômico. Depois de diversos cálculos chegou-se a conclusão que o corpo celeste tinha a chance de colidir com a Terra na proporção de um em 909 mil. Uma loteria celestial cujo prêmio é a catástrofe bíblica. Porém, o homem parece se esquecer das profecias e dos sinais constantes que recebe das profundezas do espaço. Com toda tecnologia do segmento espacial, inexiste ferramentas para destruir ou alterar a rota destas rochas.O chefe do departamento de astrofísica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Alexandre Wuensche, salienta que há um bom monitoramento, principalmente no hemisfério norte, já que os poderosos observatórios da porção sul estão destinados a outras finalidades em termos de pesquisas. O esforço científico mundial é concluir o mapeamento de todos os corpos com mais de um quilômetro de diâmetro até 2008. "É quase im-possível que um desses bólidos em rota de colisão deixe de ser visto, mas não temos nenhuma defesa para isto", conclui.O berçário de cometas e meteoróides está a 30 trilhões de quilômetros da Terra, na Nuvem de Oort, fora do sistema solar. Mas grande parte dos bólidos que traz perigo se encontra no Cinturão de Meteoros, que passa por trás do Sol e de Marte. São bilhões de pedras cósmicas numa marcha funesta e caótica, de onde pode sair a qualquer instante uma rocha rumo a novos alvos. O cientista do Inpe explica que os meteoróides movem-se no espaço com velocidades que podem atingir até centenas de quilômetros por segundo. São corpúsculos cuja massa oscila entre poucos miligramas e, no máximo, alguns quilos. Ao se deslocarem em direção a Terra, chocam-se violentamente com o gás atmosférico. Neste atrito se produz energia suficiente para vaporizá-los.No entanto, há os que conseguem ultrapassar as camadas atmosféricas mais rarefeitas, penetrando também nas mais densas. A grande maioria dos meteoróides que se aproxima da superfície terrestre desintegra-se entre os 200 e os 100 km de altura. Os corpos de massa elevada conseguem chocar-se nos continentes ou oceanos. Os efeitos são os mais diversos, desde a formação de crateras até provocar ondas gigantes e estragos ambientais.O risco de impacto é diário. Essa afirmação parece ser a única certeza no mundo caótico dos corpos celestes errantes. Movidos pela Geometria Fractal, cujo conceito mostra existir correlações mesmo em eventos aleatórios e aparentemente distintos, os bólidos estão sujeitos a essa inconstância. Como explica o astrônomo paranaense e membro da Sociedade Astronômica Brasileira, José Manoel Luis da Silva. "Não há uma trajetória precisamente regular, não se pode dizer que um objeto nunca será desviado de sua órbita nominal", afirma. Algo que põe buraco abaixo a ciência clássica, sempre regida por leis determinísticas.Dificilmente a dinâmica do cosmos conseguiria ser explicada por uma visão meramente temporal e terrestre, como prevê o determinismo. Segundo essa forma de raciocínio, os fenômenos naturais podem ser previstos sempre. Isto transformou a ciência em refém da geometria linear, rígida e inexata quando se trata dos ordenamentos cósmicos. "Nada no universo é de graça, tudo tem uma razão e é gerado por esse imenso caos", explica José Luis.Seria, então, um erro descartar qualquer asteróide que um dia representou algum risco para a Terra. Pois uma inesperada conjunção de fatores aleatórios pode colocá-lo novamente em rota de colisão. Contudo, o planeta azulado conta com alguns escudos importantíssimos. A Lua, a força gravitacional de Júpiter e a própria atmosfera terrestre são cruciais para minimizar o potencial destrutivo destas rochas. "A gente não vê uma política global para esses corpos impactores", comenta o geólogo do Inpe, Paulo Roberto Martini.Enquanto os astrônomos se esforçam para mapear os grandes asteróides, os tidos como pequenos, ou seja, com menos de um quilômetro são deixados de lado. Sequer há instrumentação para se observar esses fragmentos. Pelas estatísticas, são eles que atingirão a Terra. Os estudos preliminares mostram que há duas grandes quantidades de pedras, na faixa dos 350 metros e outra por volta dos 200 metros. As rochas maiores cairiam provavelmente no mar e as menores, nos continentes. Em ambos casos os efeitos sobre o meio ambiente terrestre seriam danosos. Grandes incêndios, agravamento do efeito estufa, prejuízos incalculáveis para a lavoura e até mesmo a formação pontual de nuvens de poeira cósmica impedindo a passagem da luz solar. "A verdade é que não temos projetos sendo desenvolvidos para se evitar os impactos, tudo ainda está na especulação. Não tenho dúvidas que a situação é séria e grave", alerta Martini. -- Júlio Ottoboni
Fonte: http://tudoparana.globo.com/gazetadopovo/componentes/noticia.phtml?mcont=222349
Leia também:
Carta Capital: O Apocalipse Bate à Porta
segunda-feira, 24 de março de 2008
LAGO SOME NO CHILE. ACREDITAM?
Lago some misteriosamente no sul do Chile
Um lago desapareceu no extremo sul do Chile, deixando em seu lugar apenas uma cavidade seca com uma enorme rachadura, intrigando autoridades e moradores da região. O lago, de tamanho médio, ficava na região de Magallanes, no extremo sul do país, e era alimentado pelo degelo de glaciares que o cercavam.
"Em março, patrulhamos a zona e tudo estava normal. Em abril, não pudemos ir. Fomos em maio e encontramos a surpresa de que o lago tinha desaparecido completamente", disse Juan José Romero, diretor regional da Corporação Nacional Florestal.
"Só ficaram os icebergs no leito seco do lago e uma rachadura enorme", acrescentou. De acordo com ele, sobrou pouco também do rio do qual nascia o lago e que antes era difícil de cruzar devido à sua largura.
Uma história que circula na região é de que um forte terremoto ocorrido em abril na área vizinha de Aysén formou a rachadura que tragou a água do lago. A Corporação Nacional Florestal contratou geólogos e outros pesquisadores para investigar o fenômeno.
Um lago desapareceu no extremo sul do Chile, deixando em seu lugar apenas uma cavidade seca com uma enorme rachadura, intrigando autoridades e moradores da região. O lago, de tamanho médio, ficava na região de Magallanes, no extremo sul do país, e era alimentado pelo degelo de glaciares que o cercavam.
"Em março, patrulhamos a zona e tudo estava normal. Em abril, não pudemos ir. Fomos em maio e encontramos a surpresa de que o lago tinha desaparecido completamente", disse Juan José Romero, diretor regional da Corporação Nacional Florestal.
"Só ficaram os icebergs no leito seco do lago e uma rachadura enorme", acrescentou. De acordo com ele, sobrou pouco também do rio do qual nascia o lago e que antes era difícil de cruzar devido à sua largura.
Uma história que circula na região é de que um forte terremoto ocorrido em abril na área vizinha de Aysén formou a rachadura que tragou a água do lago. A Corporação Nacional Florestal contratou geólogos e outros pesquisadores para investigar o fenômeno.
Lago some misteriosamente no sul do Chile
Um lago desapareceu no extremo sul do Chile, deixando em seu lugar apenas uma cavidade seca com uma enorme rachadura, intrigando autoridades e moradores da região. O lago, de tamanho médio, ficava na região de Magallanes, no extremo sul do país, e era alimentado pelo degelo de glaciares que o cercavam.
"Em março, patrulhamos a zona e tudo estava normal. Em abril, não pudemos ir. Fomos em maio e encontramos a surpresa de que o lago tinha desaparecido completamente", disse Juan José Romero, diretor regional da Corporação Nacional Florestal.
"Só ficaram os icebergs no leito seco do lago e uma rachadura enorme", acrescentou. De acordo com ele, sobrou pouco também do rio do qual nascia o lago e que antes era difícil de cruzar devido à sua largura.
Uma história que circula na região é de que um forte terremoto ocorrido em abril na área vizinha de Aysén formou a rachadura que tragou a água do lago. A Corporação Nacional Florestal contratou geólogos e outros pesquisadores para investigar o fenômeno.
Um lago desapareceu no extremo sul do Chile, deixando em seu lugar apenas uma cavidade seca com uma enorme rachadura, intrigando autoridades e moradores da região. O lago, de tamanho médio, ficava na região de Magallanes, no extremo sul do país, e era alimentado pelo degelo de glaciares que o cercavam.
"Em março, patrulhamos a zona e tudo estava normal. Em abril, não pudemos ir. Fomos em maio e encontramos a surpresa de que o lago tinha desaparecido completamente", disse Juan José Romero, diretor regional da Corporação Nacional Florestal.
"Só ficaram os icebergs no leito seco do lago e uma rachadura enorme", acrescentou. De acordo com ele, sobrou pouco também do rio do qual nascia o lago e que antes era difícil de cruzar devido à sua largura.
Uma história que circula na região é de que um forte terremoto ocorrido em abril na área vizinha de Aysén formou a rachadura que tragou a água do lago. A Corporação Nacional Florestal contratou geólogos e outros pesquisadores para investigar o fenômeno.

terça-feira, 4 de março de 2008
Exercício de Historia sobre a Introdução no caderno.
QUESTIONÁRIO SOBRE A INTRODUÇÃO A HISTÓRIA
1. O que é história
2. Como devemos reconhecer que um fato é ou não histórico?
3. Como podem ser os fatos históricos?
4. O que são fontes históricas?
5. Cite três fontes históricas e sua finalidade para a histórica?
6. O que são ciências auxiliares?
7. Quais as ciências que dependem da história?
8. O Que é estudado pela Paleografia e Cronologia?
9. Cite as ciências que auxiliam a história mas não dependem dela.
10. Porque foi necessário unificar a cronologia?
11. Como os Gregos contavam o tempo?
12. O que é Hégira?
13. Qual o calendário usado pela civilização ocidental?
14. Podemos considerar a pré-história como História?
15.Dê a divisão da história e os fatos importantes que sucederam
1. O que é história
2. Como devemos reconhecer que um fato é ou não histórico?
3. Como podem ser os fatos históricos?
4. O que são fontes históricas?
5. Cite três fontes históricas e sua finalidade para a histórica?
6. O que são ciências auxiliares?
7. Quais as ciências que dependem da história?
8. O Que é estudado pela Paleografia e Cronologia?
9. Cite as ciências que auxiliam a história mas não dependem dela.
10. Porque foi necessário unificar a cronologia?
11. Como os Gregos contavam o tempo?
12. O que é Hégira?
13. Qual o calendário usado pela civilização ocidental?
14. Podemos considerar a pré-história como História?
15.Dê a divisão da história e os fatos importantes que sucederam
domingo, 2 de março de 2008
Viagem a Bolivia e Peru
Para quem tiver curiosidade acesse o endereço:
http://iorran1brazil.blogspot.com/
http://iorran1brazil.blogspot.com/
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTORIA
COMO ESTUDAR HISTÓRIA PESSOAL.
Sugestões e recomendações para o estudo de História
Grande parte da aprendizagem e do estudo de História depende da leitura de textos. Compreender as informações de um texto, seja ele um artigo de jornal, de revista, capítulos de livros ou questões de provas, não depende apenas da capacidade de decifrar as palavras, pois, embora cada palavra tenha seu significado, o conjunto de palavras que formam uma frase representam uma idéia e aprender pela leitura é compreender as idéias expressas nas frases.
Para se fazer uma boa leitura de textos de História é necessário interesse e disposição, portanto faça uma primeira leitura lenta e atenciosa do texto inteiro, obedecendo regras de pontuação (vírgulas, pontos, etc.). Nessa leitura, assinale a lápis as palavras que você desconhece e procure o seu significado no dicionário, anotando-o no próprio livro. Depois de decifrar as partes incompreensíveis do texto, faça uma releitura, detendo-se em cada parágrafo, até que o sentido de todas as frases fique perfeitamente claro. As ilustrações e mapas que aparecem nos textos também merecem a sua atenção. Quando o texto apresentar uma ilustração ou um mapa, observe atentamente todos os seus detalhes, leia as legendas e procure relacioná-los. Nunca deixe parte do texto sem compreensão! Se houver algum trecho que você não conseguiu compreender claramente, apresente sua dúvida ao professor durante as aulas.
Estes procedimentos irão auxiliá-lo(a) a realizar boas leituras, no entanto é importante frisar que não existem receitas para interpretar, pois a capacidade de interpretar está intimamente relacionada com a capacidade de leitura, ou seja, aquele que lê constantemente e de maneira correta interpreta com mais acerto. Ler constantemente é também ler variadamente. Os livros escolares (didáticos ou não) são apenas uma possibilidade de leitura. É necessário ler jornais, revistas, artigos variados, enfim adquirir o hábito de leitura. De qualquer maneira, ler só se aprende lendo e o mesmo vale para escrever, pois o ato de escrever também está relacionado com o ato de ler. Por sua vez, escrever é também uma questão de prática. Um aluno(a) que resolve os exercícios propostos sempre copiando trechos dos livros certamente encontrará dificuldades para responder as questões das provas.
Por falar em provas, temos aí uma questão delicada, pois em História, como você deve ter observado, as questões são bastante variadas em sua forma. Se essa variedade visa oferecer a você a possibilidade de manifestar a sua aprendizagem de maneira também variada, é preciso que você identifique com segurança o que as questões exigem como respostas. Digo isso porque tenho observado que a maior parte das dificuldades têm origem em simples enganos, ou seja, na falta de compreensão do que é solicitado nas questões. E isso, logicamente, também é uma questão de interpretação. Por exemplo: se em uma questão for pedido para que você explique os fatores que deram origem a uma rebelião qualquer, não será totalmente correto você apenas citar tais fatores; porque explicar é uma coisa e citar é outra.
Sendo assim, seguem abaixo algumas expressões que aparecem freqüentemente nas provas de História. Suas definições foram retiradas de dicionários e, portanto, além destas que você encontrará aqui, existem centenas de outras expressões que você mesmo(a) pode e deve pesquisar.
A) Citar: é mencionar o nome de algo; é fazer referência a algo; é mencionar algo como exemplo.
==> Quando a questão pede para que você cite, não há necessidade de explicar, comentar ou justificar. Apenas cite.
B) Denominar: é pôr nome em algo; é indicar pelo nome; é nomear algo.
==> Como ocorre com a expressão acima (citar), não se deve entrar em detalhes explicativos. Apenas denomine.
C) Justificar: é a ação de dar uma causa, uma razão, um motivo para alguma coisa; é dar uma justificativa para uma coisa que está sendo afirmada ou negada; é demonstrar, provar ou
fundamentar o que é apresentado.
==> Contrariamente ao que se faz em questões em que se pede citações ou denominações, aqui você deve ser mais cuidadoso(a) e redigir uma resposta coerente, verificando se você demonstrou e deu sentido ao que está sendo afirmado ou mesmo negado. Obs: No geral uma questão em que se pede para justificar é sempre precedida de uma afirmação ou negação sobre algo.
D) Explicar: é dar a razão de alguma coisa; é dar a razão de uma atitude; é expor por que tal coisa acontece ou aconteceu daquela maneira.
==> Nesse caso você também deve redigir uma resposta bem elaborada, dando conta de deixar bem claro os "comos" e "porquês" de tal situação, dependendo do que se pede para explicar. Note que não é para citar ou denominar fatos ou acontecimentos.
E) Relacionar: é estabelecer e/ou apresentar uma ligação, uma vinculação, uma semelhança entre uma coisa e outra coisa. . pode ser também estabelecer uma relação entre coisas diferentes, ou seja, confrontar.
==> Observe que em uma questão que você precise relacionar, serão apresentados os fatos para que você relacione, pois não se relaciona uma coisa com ela mesma. Aqui não se pode fazer apenas a explicação de uma coisa, menos ainda uma citação.
F) Transcrever: é reproduzir; é copiar textualmente; é copiar parte de um texto.
==> Em geral, questões desse tipo, são acrescentadas de outras questões em que se pedem para explicar o que foi transcrito.
G) Caracterizar: é dizer no que aquilo é distinto de outra coisa; é dar as características próprias de algo.
==> Nesse caso caracterizar algo é mostrar os aspectos próprios desse algo.
H) Comentar: é falar sobre alguma coisa; é conversar (escrever) acerca de tal fato ou acontecimento.
==> São questões mais abrangentes onde você tem liberdade de argumentar sobre o que se pede, sem contudo fugir ao tema que lhe é proposto.
I) Explicitar: é tornar algo explicado.
==> Corresponde a dar uma explicação e portanto é igual ao item D.
O momento de fazer uma prova de História é apenas mais um momento da sua atividade de estudante, portanto a leitura atenciosa das questões e a calma e tranqüilidade no ato de respondê-las são importantes para o seu sucesso, que ocorrerá, com certeza, se você estiver sempre atento às instruções que lhe são oferecidas. Não se esqueça de que tudo aquilo que escrevemos merece ser lido primeiramente por nós mesmos, de forma que possamos corrigir os possíveis erros gramaticais e para nos certificarmos de que as nossas respostas têm sentido e coerência.
Por fim, você deve evitar o grande erro de acumular tudo para "estudar" um dia antes da prova. A prova é apenas um instrumento para avaliar o seu desempenho na disciplina e, para obter um bom resultado, tudo dependerá de como você procedeu durante todo o período de estudos. Por exemplo:
Você faz a leitura do capítulo indicado antes da aula?
Presta atenção às aulas e procura participar das discussões?
Realiza os exercícios sugeridos pelo professor?
Procura esclarecer suas dúvidas?
Faz uma revisão da matéria antes da prova (anotações de aula, resumo de capítulos, questões, releitura de textos, etc.)?
Se você respondeu sim para todas as perguntas, você já adotou um bom caminho para obter resultados positivos em seus estudos de História. Se você ainda não adotou estes procedimentos, mãos à obra...
PROF: João Batista
8ª série
CE 04
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS OITAVAS SÉRIES ABCD - BRASIL
OIITAVA SÉRIE
Capítulo 1 - O Brasil é uma República
1 . O governo provisório .
2. A Política da Espada e a consolidação da República
3. Em ação o barão
Capítulo 2 - A República do café-com leite
Quem manda no Brasil são os coronéis –
2. Um médico trata das finanças
3. O Brasil e a Primeira Guerra Mundial
4. Revoltas que anunciam mudanças
Capítulo 3 - Quinze anos com Getúlio Vargas
O governo provisório (1930-1934)
O governo constitucional de Getúlio Vargas (1934-1937)
3. Getúlio torna-se ditador (1937-1945)
Capítulo 4 - Começa uma nova fase –
1. O governo do general Dutra (1946-1951)
2. 2. Getúlio Vargas volta ao governo (1951-1954)
3. 3. O governo de Juscelino Kubitschek de Oliveira (1956-1961)
4. O governo de Jânio Quadros (1961)
5. O governo de João Goulart (1961-1964) -
Capítulo 5 - Os militares no poder
1. Os primeiros governos militares
2. O governo do general Emílio Garrastazu Médici (1969.1974)
3.O governo do general Ernesto Geisel (1974-1979)
4. O governo do general João Baptista Figueiredo (1979-1985)
Capítulo 6 - A transição para a democracia
1. As "Diretas.já"
2.A sucessão do general Figueiredo
3. A Nova República
4. O governo Collor
Capítulo 7 - O Brasil atual
1. O progresso econômico
2. Aspectos sociais
3. O ensino e a cultura
TEXTO DE INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTORIA - OITAVAS ABCD
Sugestões e recomendações para o estudo de História
Grande parte da aprendizagem e do estudo de História depende da leitura de textos. Compreender as informações de um texto, seja ele um artigo de jornal, de revista, capítulos de livros ou questões de provas, não depende apenas da capacidade de decifrar as palavras, pois, embora cada palavra tenha seu significado, o conjunto de palavras que formam uma frase representam uma idéia e aprender pela leitura é compreender as idéias expressas nas frases.
Para se fazer uma boa leitura de textos de História é necessário interesse e disposição, portanto faça uma primeira leitura lenta e atenciosa do texto inteiro, obedecendo regras de pontuação (vírgulas, pontos, etc.). Nessa leitura, assinale a lápis as palavras que você desconhece e procure o seu significado no dicionário, anotando-o no próprio livro. Depois de decifrar as partes incompreensíveis do texto, faça uma releitura, detendo-se em cada parágrafo, até que o sentido de todas as frases fique perfeitamente claro. As ilustrações e mapas que aparecem nos textos também merecem a sua atenção. Quando o texto apresentar uma ilustração ou um mapa, observe atentamente todos os seus detalhes, leia as legendas e procure relacioná-los. Nunca deixe parte do texto sem compreensão! Se houver algum trecho que você não conseguiu compreender claramente, apresente sua dúvida ao professor durante as aulas.
Estes procedimentos irão auxiliá-lo(a) a realizar boas leituras, no entanto é importante frisar que não existem receitas para interpretar, pois a capacidade de interpretar está intimamente relacionada com a capacidade de leitura, ou seja, aquele que lê constantemente e de maneira correta interpreta com mais acerto. Ler constantemente é também ler variadamente. Os livros escolares (didáticos ou não) são apenas uma possibilidade de leitura. É necessário ler jornais, revistas, artigos variados, enfim adquirir o hábito de leitura. De qualquer maneira, ler só se aprende lendo e o mesmo vale para escrever, pois o ato de escrever também está relacionado com o ato de ler. Por sua vez, escrever é também uma questão de prática. Um aluno(a) que resolve os exercícios propostos sempre copiando trechos dos livros certamente encontrará dificuldades para responder as questões das provas.
Por falar em provas, temos aí uma questão delicada, pois em História, como você deve ter observado, as questões são bastante variadas em sua forma. Se essa variedade visa oferecer a você a possibilidade de manifestar a sua aprendizagem de maneira também variada, é preciso que você identifique com segurança o que as questões exigem como respostas. Digo isso porque tenho observado que a maior parte das dificuldades têm origem em simples enganos, ou seja, na falta de compreensão do que é solicitado nas questões. E isso, logicamente, também é uma questão de interpretação. Por exemplo: se em uma questão for pedido para que você explique os fatores que deram origem a uma rebelião qualquer, não será totalmente correto você apenas citar tais fatores; porque explicar é uma coisa e citar é outra.
Sendo assim, seguem abaixo algumas expressões que aparecem freqüentemente nas provas de História. Suas definições foram retiradas de dicionários e, portanto, além destas que você encontrará aqui, existem centenas de outras expressões que você mesmo(a) pode e deve pesquisar.
A) Citar: é mencionar o nome de algo; é fazer referência a algo; é mencionar algo como exemplo.
==> Quando a questão pede para que você cite, não há necessidade de explicar, comentar ou justificar. Apenas cite.
B) Denominar: é pôr nome em algo; é indicar pelo nome; é nomear algo.
==> Como ocorre com a expressão acima (citar), não se deve entrar em detalhes explicativos. Apenas denomine.
C) Justificar: é a ação de dar uma causa, uma razão, um motivo para alguma coisa; é dar uma justificativa para uma coisa que está sendo afirmada ou negada; é demonstrar, provar ou
fundamentar o que é apresentado.
==> Contrariamente ao que se faz em questões em que se pede citações ou denominações, aqui você deve ser mais cuidadoso(a) e redigir uma resposta coerente, verificando se você demonstrou e deu sentido ao que está sendo afirmado ou mesmo negado. Obs: No geral uma questão em que se pede para justificar é sempre precedida de uma afirmação ou negação sobre algo.
D) Explicar: é dar a razão de alguma coisa; é dar a razão de uma atitude; é expor por que tal coisa acontece ou aconteceu daquela maneira.
==> Nesse caso você também deve redigir uma resposta bem elaborada, dando conta de deixar bem claro os "comos" e "porquês" de tal situação, dependendo do que se pede para explicar. Note que não é para citar ou denominar fatos ou acontecimentos.
E) Relacionar: é estabelecer e/ou apresentar uma ligação, uma vinculação, uma semelhança entre uma coisa e outra coisa. . pode ser também estabelecer uma relação entre coisas diferentes, ou seja, confrontar.
==> Observe que em uma questão que você precise relacionar, serão apresentados os fatos para que você relacione, pois não se relaciona uma coisa com ela mesma. Aqui não se pode fazer apenas a explicação de uma coisa, menos ainda uma citação.
F) Transcrever: é reproduzir; é copiar textualmente; é copiar parte de um texto.
==> Em geral, questões desse tipo, são acrescentadas de outras questões em que se pedem para explicar o que foi transcrito.
G) Caracterizar: é dizer no que aquilo é distinto de outra coisa; é dar as características próprias de algo.
==> Nesse caso caracterizar algo é mostrar os aspectos próprios desse algo.
H) Comentar: é falar sobre alguma coisa; é conversar (escrever) acerca de tal fato ou acontecimento.
==> São questões mais abrangentes onde você tem liberdade de argumentar sobre o que se pede, sem contudo fugir ao tema que lhe é proposto.
I) Explicitar: é tornar algo explicado.
==> Corresponde a dar uma explicação e portanto é igual ao item D.
O momento de fazer uma prova de História é apenas mais um momento da sua atividade de estudante, portanto a leitura atenciosa das questões e a calma e tranqüilidade no ato de respondê-las são importantes para o seu sucesso, que ocorrerá, com certeza, se você estiver sempre atento às instruções que lhe são oferecidas. Não se esqueça de que tudo aquilo que escrevemos merece ser lido primeiramente por nós mesmos, de forma que possamos corrigir os possíveis erros gramaticais e para nos certificarmos de que as nossas respostas têm sentido e coerência.
Por fim, você deve evitar o grande erro de acumular tudo para "estudar" um dia antes da prova. A prova é apenas um instrumento para avaliar o seu desempenho na disciplina e, para obter um bom resultado, tudo dependerá de como você procedeu durante todo o período de estudos. Por exemplo:
Você faz a leitura do capítulo indicado antes da aula?
Presta atenção às aulas e procura participar das discussões?
Realiza os exercícios sugeridos pelo professor?
Procura esclarecer suas dúvidas?
Faz uma revisão da matéria antes da prova (anotações de aula, resumo de capítulos, questões, releitura de textos, etc.)?
Se você respondeu sim para todas as perguntas, você já adotou um bom caminho para obter resultados positivos em seus estudos de História. Se você ainda não adotou estes procedimentos, mãos à obra...
PROF: João Batista
8ª série
CE 04
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS OITAVAS SÉRIES ABCD - BRASIL
OIITAVA SÉRIE
Capítulo 1 - O Brasil é uma República
1 . O governo provisório .
2. A Política da Espada e a consolidação da República
3. Em ação o barão
Capítulo 2 - A República do café-com leite
Quem manda no Brasil são os coronéis –
2. Um médico trata das finanças
3. O Brasil e a Primeira Guerra Mundial
4. Revoltas que anunciam mudanças
Capítulo 3 - Quinze anos com Getúlio Vargas
O governo provisório (1930-1934)
O governo constitucional de Getúlio Vargas (1934-1937)
3. Getúlio torna-se ditador (1937-1945)
Capítulo 4 - Começa uma nova fase –
1. O governo do general Dutra (1946-1951)
2. 2. Getúlio Vargas volta ao governo (1951-1954)
3. 3. O governo de Juscelino Kubitschek de Oliveira (1956-1961)
4. O governo de Jânio Quadros (1961)
5. O governo de João Goulart (1961-1964) -
Capítulo 5 - Os militares no poder
1. Os primeiros governos militares
2. O governo do general Emílio Garrastazu Médici (1969.1974)
3.O governo do general Ernesto Geisel (1974-1979)
4. O governo do general João Baptista Figueiredo (1979-1985)
Capítulo 6 - A transição para a democracia
1. As "Diretas.já"
2.A sucessão do general Figueiredo
3. A Nova República
4. O governo Collor
Capítulo 7 - O Brasil atual
1. O progresso econômico
2. Aspectos sociais
3. O ensino e a cultura
TEXTO DE INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTORIA - OITAVAS ABCD
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